24 de março de 2025
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NEXO Por: André Cabette Fábio
Trabalho afirma que diferenças ‘indicam uma necessidade crítica de diálogo sobre a morte entre todos os envolvidos no cuidado de cada paciente‘
ENFERMEIRAS TRABALHAM NA UNIDADE DE CUIDADOS PALIATIVOS DO HOSPITAL PAUL-BOROUSSE PRÓXIMO A PARIS
Além da implementação de novas terapias que aumentam a possibilidade de tratar doenças graves, a medicina também tem se desenvolvido no sentido de admitir e lidar com a iminência da morte de forma mais cuidadosa. Essa preocupação é uma das bases da ideia dos “cuidados paliativos” na área de saúde, que não buscam curar doenças a qualquer custo, mas sim mitigar efeitos negativos incontornáveis, como a dor e a perda de independência.
Um artigo publicado em 2016 no American Journal of Geriatric Psychiatry defende uma discussão mais aberta sobre a morte e como lidar com ela. Intitulado “Definindo uma boa morte (A morte com sucesso)”, o trabalho reuniu outras pesquisas que abordavam como profissionais de saúde, familiares e os próprios doentes terminais definiam uma “boa morte”
Leia matéria na integra em: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2018/01/22/O-que-%C3%A9-uma-%E2%80%98boa-morte%E2%80%99-para-pacientes-terminais-familiares-e-profissionais-de-sa%C3%BAde
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