17 de abril de 2026
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O GLOBO BLOG Opinião Por Douglas Crispim* e Henderson Fürst**
Os avanços científicos que permitem melhor qualidade de vida e saúde possibilitam também a exclusão da morte do ciclo da existência por meio de uma obstinação terapêutica. Esses dois pontos tornaram morrer um ato complexo. Afinal, se há conhecimento científico suficiente, deve-se prolongar a vida? Quando deixar de intervir para que a morte seja em seu tempo correto?
Leia matéria na integra em: https://blogs.oglobo.globo.com/opiniao/post/ortotanasia-da-dignidade-na-hora-da-morte.html
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