24 de março de 2025
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Revista Veja Por Duda Monteiro de Barros
Com diagnóstico terminal, em vez de fazer de tudo para sobreviver, eles buscam a melhor vida possível até o momento final
Diante da doença incurável, ou em estado terminal, a reação mais comum do paciente e dos familiares é lutar até o fim — encarar cirurgias, procedimentos invasivos, tratamentos experimentais e tudo o que possa prolongar a vida. Uma corrente da medicina, no entanto, levanta a questão: será que aceitar o fim não é o caminho para se
preparar para ele da melhor forma possível? A opção por cuidados paliativos, um conjunto de providências que buscam tornar menos doloroso processo de enfrentar uma doença ameaçadora à vida ou terminal, vem ganhando cada vez mais adeptos no Brasil e estimulando grupos de ativistas de uma causa que bate de frente com a arraigada cultura, inclusive entre os profissionais da saúde, de tentar de tudo para reverter o irreversível. “Existe muito preconceito e desinformação em torno da medicina paliativa. Não se trata de desistir de tratar a doença, mas de dar atenção a todas as questões relacionadas ao paciente”, explica Daniel Neves Forte, médico à frente da equipe paliativista do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo.
Leia na integra em: https://veja.abril.com.br/saude/um-suave-adeus-cresce-numero-de-pacientes-que-optam-por-cuidado-paliativo/
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