4 de novembro de 2026
ANCP participa de discussões sob...
Nos dias 26 e 27 de outubro, o Conselho Federal de Psicologia (CFP), em Brasília (DF), sediou uma reunião entre o Grupo ...
Com o tema “Cuidar numa nova era: integrar, inovar e humanizar”, foi realizado, em Coimbra, entre os dias 21 e 24 de outubro, o IV Congresso de Cuidados Paliativos da Região Centro de Portugal e o III Congresso Internacional da Associação de Profissionais de Cuidados Paliativos da Região Centro. A Academia Nacional de Cuidados Paliativos (ANCP) esteve representada pela vice-presidente Médica, Dra. Mirlane Guimarães de Melo Cardoso, que participou da programação científica e compartilhou experiências sobre o desenvolvimento dos cuidados paliativos no Brasil.
O evento reuniu um público qualificado e se destacou pelo elevado nível científico das discussões. Além da qualidade da programação, chamou a atenção o entusiasmo e o engajamento dos organizadores e participantes, evidenciando o genuíno interesse pelo fortalecimento dos cuidados paliativos. O ambiente favoreceu o diálogo, a troca de experiências e a construção compartilhada de conhecimentos.
A programação também proporcionou um importante intercâmbio internacional, com a participação de palestrantes do Canadá, da Espanha e de Cabo Verde. Representando a ANCP, a Dra. Mirlane integrou uma plenária sobre “A Evolução dos Cuidados Paliativos no Brasil”, ocasião em que apresentou aspectos da realidade brasileira e experiências desenvolvidas no país, contribuindo para ampliar o debate sobre os avanços e os desafios da área em diferentes contextos.
O congresso foi realizado em um cenário pouco convencional e especialmente inspirador: um Conservatório de Música. A escolha do espaço estabeleceu uma conexão simbólica entre música, sensibilidade e cuidado, elementos que também estiveram presentes na palestra magna de abertura, proferida pela Dra. Mirlane, com o tema “A Dimensão Espiritual no Paciente com Cancro Avançado”.
A participação da ANCP no encontro reforçou a importância da representatividade brasileira em espaços internacionais de discussão e intercâmbio científico. Mais do que compartilhar conhecimentos e práticas, a presença da Academia contribuiu para aproximar culturas, integrar diferentes perspectivas e reafirmar um princípio fundamental dos cuidados paliativos: colocar no centro de toda assistência a dignidade, a singularidade e a humanidade de cada pessoa.
Thais Abrahão – Presstalk Comunicação
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